Relatório: a GPU do iPhone 14 Pro sofreu uma desvantagem ‘sem precedentes’ devido a um erro de engenharia

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Quando a Apple apresentou o iPhone 14 Pro em setembro, a empresa destacou brevemente as vantagens do processador A16 Bionic. Após testes e pontuações de benchmark, os usuários notaram que a Apple oferecia pequenas melhorias em comparação com outras gerações de chips.

Agora, um relatório pago por A informação (através da 9to5Mac) mostra que a GPU do chip A16 Bionic poderia ter sido bem melhor se não fosse um erro de engenharia encontrado no final do desenvolvimento, fazendo com que a equipe tivesse que descartar alguns de seus planos.

Segundo os funcionários ouvidos na história, eles têm que trabalhar “horas extremamente longas” com “cargas de trabalho estressantes”. O relatório mostra que esses engenheiros eram “muito ambiciosos em adicionar novos recursos”, com protótipos consumindo mais bateria do que seria possível para os clientes usarem, além de problemas térmicos.

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Com isso, os engenheiros tiveram que usar a maior parte das características de GPU do iPhone 13 Pro para embarcar o novo chip A16 Bionic. Não fossem as falhas, a Apple queria que o processador gráfico apresentasse ray tracking, técnica relâmpago que traz um nível melhor de realismo aos jogos.

The Information diz que esse erro de GPU é descrito como “sem precedentes na história do grupo”. Dito isso, a publicação destaca que muitos dos principais engenheiros de chips da Apple deixaram a empresa nos últimos anos, seja para criar uma startup ou para mudar para outra empresa.

9to5Mac luzes:

O artigo também diz que a Apple tentou reduzir a quantidade de fuga de cérebros na unidade, mostrando apresentações para engenheiros que destacam o risco de startups de chips e alertando que a maioria falha. Um emprego na Apple está posicionado como a escolha mais segura diante da crise econômica.

Você pode ler o relatório The Information na íntegra aqui, que aprofunda esse problema com a GPU do iPhone 14 Pro, juntamente com os processos em andamento com Nuvia e Rivos, fundados por ex-engenheiros da Apple.

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